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O e-commerce é uma modalidade de negociação totalmente realizada via internet. Famosas pelo preço competitivo, por condições de pagamento diferenciadas e pela total comodidade oferecida aos consumidores, as vendas virtuais conquistam a cada ano novos interessados no consumo online de produtos e serviços.

Desde sua chegada ao Brasil, em 2000, o e-commerce se destaca entre as formas de negociação que mais crescem no país, com altos índices de faturamento. Entenda por que o e-commerce dá certo e veja como é possível montar uma loja virtual de sucesso.

Em primeiro lugar, o que é um e-commerce?

Além de ser uma modalidade de negócio, o termo e-commerce também é sinônimo de loja virtual, ou seja, um e-commerce é um empreendimento virtual por meio do qual é possível realizar negociações online.

No entanto, para fazer parte do e-commerce, um empreendedor não precisa, obrigatoriamente, de uma loja online, uma vez que as vendas no mercado virtual podem ser realizadas por meio de mídias sociais, marketplaces, aplicativos e outros.

Contudo, é por intermédio de uma loja online que a grande maioria das negociações do e-commerce acontece, e dentro deste ambiente, é possível acompanhar todos os processos do negócio, como crescimento e evolução, bem como medir a navegação e os principais interesses do consumidor.

Crescimento e evolução do e-commerce

Dos anos 2000 para cá, muita coisa mudou em termos de tecnologia, usabilidade e assertividade de processos. Assim, o e-commerce também evoluiu! Veja:

Dados históricos

O nascimento do e-commerce ocorreu no ano de 1995, nos EUA, quando foram fundadas as gigantes Amazon e eBay. Na sequência, veio o grupo Alibaba, da China, em 1999. Aqui, no Brasil, no entanto, os primeiros dados do e-commerce começaram a ser publicados pela E-Bit somente em 2001, em sua edição inicial do Relatório WebShoppers.

Neste relatório, os dados revelavam que a internet havia chegado à marca histórica de 9,8 milhões de internautas navegando em páginas virtuais. Atualmente, as pesquisas já registram mais de 116 milhões de brasileiros conectados, segundo dados do IBGE (2016).

Em termos de faturamento, muita coisa também mudou! Enquanto que, em 2001, o faturamento alcançado em vendas virtuais foi de R$ 0,5 bilhão, em 2017, os números registrados pela versão mais recente do WebShoppers da E-Bit (37ª edição) foram de R$ 47,7 bilhões. Isso revela que, a cada ano, o e-commerce chega a novos recordes em negociações, interesse do consumidor brasileiro e confiança ao consumir por meios virtuais.

Crescimento por segmento

Outro ponto que merece atenção em termos de crescimento e evolução do e-commerce é a divisão das negociações por segmentos. Afinal, cada ramo de negócio apresenta maior ou menor índice de interesse do consumidor virtual.

Em 2017, a categoria de moda e acessórios apresentou um número de pedidos maior se comparado aos anos anteriores (14,2%), seguido por saúde e cosméticos (12%) e eletrodomésticos (10,8%). Em contraponto, o segmento de telefonia e celulares apresentou um volume financeiro bem maior (21,2%), acompanhado por eletrodomésticos (19,3%) e produtos eletrônicos (10,0%). De maneira geral, o ticket médio (valor médio das vendas) em 2017 foi registrado em R$ 429.

Para 2018, estima-se que as vendas virtuais obtenham um índice ainda maior de aceitação. A E-Bit estima um aumento de 12% no faturamento, alcançando um total de R$ 53,5 bilhões. Além disso, a projeção é que sejam registrados 119 milhões de pedidos, isto é, um crescimento 7,7% maior do que em 2017.

Datas comemorativas

Um detalhe que não pode passar despercebido quando falamos em e-commerce é a oportunidade de aproveitar as datas comercialmente famosas. Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Black Friday e Natal são, comprovadamente, os momentos de maior alta em vendas virtuais. Dessa forma, assim como o varejo tradicional se prepara para estes momentos, o mercado virtual também precisa estar alerta para aproveitar a demanda, considerando – sempre – a data de entrega dos produtos.

Tipos de e-commerce

Entre as maneiras de fazer um e-commerce de sucesso, é possível destacar as seguintes formas de negociação:

  • E-commerce B2B (Business to Business);
  • E-Commerce B2C (Business to Consumer);
  • E-Commerce C2C (Consumer to Consumer).

As modalidades de negócio B2B e B2C são as mais conhecidas quando falamos em e-commerce. As negociações B2B são aquelas realizadas entre empresas, como, por exemplo, fornecedores e loja virtual. Já a modalidade B2C é, basicamente, a predominante: entre e-commerce e consumidor final.

Outra modalidade de negociação que tem conquistado muitos adeptos nos últimos anos é a C2C, isto é, negociação de consumidor para consumidor. Nessa forma de e-business, destacam-se os brechós online e os marketplaces, como o Mercado Livre, que possibilita a venda de produtos já usados (ou não) diretamente entre consumidores.

Como montar um e-commerce?

Desejando montar um e-commerce, é preciso considerar inúmeras vertentes. As primeiras e mais importantes perguntas que precisam ser respondidas são: vou vender o que e para quem? Assim, ao encontrar seu nicho de mercado, essa decisão irá direcionar totalmente o rumo do seu negócio. Em seguida, é hora de traçar estratégias:

Planejamento do e-commerce

Na vida e no e-commerce, planejamento é fundamental! Por isso, busque informações, analise e estude tudo o que for possível sobre o segmento de vendas desejado. Produtos que possivelmente serão comercializados, nível de interesse do consumidor, índice de faturamento/pedidos neste ramo nos últimos anos e, especialmente, quem é seu consumidor alvo são dados importantíssimos.

Fornecedores

A escolha correta dos fornecedores é essencial, afinal, eles representam a fonte dos produtos que serão vendidos em sua loja virtual. Estabeleça com essas marcas um forte relacionamento e priorize a satisfação de seus consumidores.

Meios de pagamento

Uma decisão que irá impactar diretamente as conversões da loja virtual é a escolha dos meios de pagamento. Oferecer diferentes formas de pagamento é a garantia que seu consumidor não sairá da loja por não ter um meio de pagamento que lhe atenda. Além disso, vale destacar a importância de fazer com que o cliente virtual se sinta seguro em adicionar informações financeiras no ambiente da loja. É válido lembrar, ainda, que os meios de pagamento apresentam características diferentes entre si e merecem ser analisados com cuidado. Veja:

Intermediadores ou facilitadores de pagamento. Sistemas que ligam a loja virtual ao banco. Esta opção conta com conciliação financeira, diferentes formas de pagamento e proteção contra fraudes. Mas sua cobrança, além da tarifa pelo plano escolhido, também é feita pelo valor de cada transação aprovada.

Gateways de pagamento. A função de um gateway é transferir todas as informações de pagamento entre lojas virtuais e adquirentes de cartão. Um gateway realiza o trabalho da maquininha de cartão, sendo necessário que o lojista faça contato com os bancos e as adquirentes.

Além disso, independentemente do meio de pagamento escolhido, três fatores são especialmente importantes e não podem faltar na hora de escolher um parceiro para pagamento no e-commerce: checkout transparente, retentativa de compra e análise antifraude inteligente.

Frete e envio

Ainda que todo processo de compra seja importante para o consumidor, o momento da entrega é, sem dúvida, o mais aguardado. Justamente por isso, contar com um bom sistema de frete e envio é fundamental para garantir a satisfação do cliente em todas as negociações. Os Correios são o sistema mais usado em lojas virtuais brasileiras, mas também há opções como transportadoras e empresas de logística.

Escolhendo a plataforma de e-commerce

Uma parte essencial da montagem de um e-commerce é a escolha da plataforma. A plataforma de e-commerce é o ambiente em que a loja estará em pleno funcionamento e será possível gerir todo o negócio. Entre os pontos a se considerar ao escolher uma plataforma, destacam-se:

  • Esse sistema permite o crescimento da empresa?
  • Essa plataforma disponibiliza todas as ferramentas e recursos necessários?
  • Esse sistema oferece as condições necessárias de otimização para sites de busca?
  • Essa empresa é confiável? Possui cases reais de sucesso?

Com todas essas descrições, sugerimos que você conheça o Grupo DCG, a solução ideal para negócios pequenos, médios, grandes e customizados, que também oferece uma solução integradora com todos os Marketplaces do país.

Marketing no e-commerce

Já diz aquele velho ditado: “quem não é visto não é lembrado”. E, no e-commerce, isso se cumpre todos os dias, afinal, não há ninguém “passando” em frente à sua loja virtual, certo? Você precisa aparecer para que seu potencial consumidor conheça seu negócio e, então, passe a consumir nele. Entre as principais formas de divulgação do e-commerce, destacam-se:

SEO. Search Engine Optimization (ou otimização para sites de busca) trata-se de uma das principais maneiras de apresentar seu e-commerce ao mercado virtual. Para obter ótimos resultados com SEO, em primeiro lugar, contrate uma plataforma de e-commerce preparada para otimização. Em seguida, conte com uma agência especializada neste tipo de serviço.

Mídia Paga. A mídia paga se revela por meio de banners, textos, links, imagens e outros formatos pagos, sendo possível escolher em quais ambientes tais anúncios e propagandas irão veicular, em quais horários serão exibidas, de quanto será o investimento para cada peça e, assim, obter uma análise de resultados, como total de visualizações e alcance.

E-mail marketing. Quando um consumidor demonstra interesse por um produto ou serviço de uma loja virtual, o e-mail marketing é uma ótima ferramenta de marketing. Anúncios exclusivos e ofertas direcionadas são os principais atributos desta forma de marketing para e-commerce.

Parcerias e marketing offline. Há inúmeras maneiras de fazer marketing. Conquistar um cliente e incentivar o marketing boca a boca, por exemplo, é uma ótima forma de promover seu e-commerce. Além disso, firmar parcerias com influenciadores digitais, por exemplo, se destaca entre as práticas mais adotadas para tornar uma empresa ou uma marca reconhecida no mercado. Vale lembrar, ainda, que o marketing omnichannel é o mais assertivo, pois oferece presença em todos os canais, mas exige da loja virtual o mesmo padrão de excelência em atendimento em todos eles.

Marketplaces e o e-commerce

Para quem deseja aumentar o faturamento do seu e-commerce e operar em novos canais de venda, o marketplace é um aliado perfeito. Esta modalidade de negócios se estabelece dentro de um único ambiente com diversas outras lojas virtuais, onde é possível concorrer pelo interesse do consumidor por um determinado produto/serviço.

Vale lembrar ainda que, além de conceder visibilidade à sua loja virtual, dentro de um marketplace está tudo pronto: plataforma, ferramentas de marketing e formas de pagamento. Entre as opções de marketplaces mais conhecidos, estão o Mercado Livre, a Via Varejo, o Walmart.com e a B2W. Basta negociar as melhores taxas e vender!

Resultados: quais KPI’s acompanhar no e-commerce?

Todo empreendedor virtual deseja obter bons resultados quanto ao andamento de seu e-commerce. E, para isso, fazer o acompanhamento de algumas métricas é essencial. Os KPI’s são indicadores de desempenho que revelam crescimento ou queda de determinada realidade mensurada. Embora para o e-commerce diversas métricas sejam importantes, estas três são as principais:

Receita

Este KPI também é conhecido como ticket médio. Este dado refere-se à média dos valores que são adquiridos em sua loja virtual. Para calcular a receita dentro de uma semana, por exemplo, basta somar todos os valores vendidos no período e dividir por sete. Este resultado revela seu ticket médio por dia, ou sua receita diária.

Taxa de conversão

A taxa de conversão é um dos KPI’s mais conhecidos quando falamos em loja virtual, afinal, ele mede quanto seu e-commerce está realmente vendendo ao considerar os esforços de marketing e divulgação realizados. Para chegar à taxa de conversão, basta somar o número total de vendas pelo número de visitantes registrados na loja. Vale destacar que, se houver um expressivo número de visitas e poucas negociações na loja virtual, é preciso rever alguns pontos, tais como usabilidade, valor do frete, interesse dos consumidores e outros.

Recompra

No e-commerce, conquistar novos consumidores sai bem mais caro do que manter os consumidores atuais. Por isso, a taxa de recompra deve ser avaliada. Para medir a taxa de recompra de forma correta, o ideal é atrelá-la ao mesmo raciocínio da taxa de conversão, em que mede-se a eficácia do marketing de recompra. Por exemplo: se a cada 50 consumidores impactados, cinco voltaram a comprar, significa que a taxa de recompra do seu e-commerce é de 10%, e assim por diante.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre e-commerce e como montar uma loja virtual de grande sucesso diante de um mercado tão competitivo e estruturado, é necessário planejar seu negócio de forma correta e contar com parcerias de sucesso durante todas as etapas: fornecedores, sistema de logística, plataforma de e-commerce, marketing digital e mensuração de resultados.

Atualizado há 22 dias